{"id":7657,"date":"2018-06-26T17:49:46","date_gmt":"2018-06-26T20:49:46","guid":{"rendered":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657"},"modified":"2018-06-26T17:49:46","modified_gmt":"2018-06-26T20:49:46","slug":"por-que-o-brasil-passou-a-imprimir-dinheiro-no-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657","title":{"rendered":"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior"},"content":{"rendered":"<h4>O com\u00e9rcio internacional de dinheiro \u00e9 dominado por n\u00e3o mais do que 20 grandes empresas, que abastecem todas as na\u00e7\u00f5es do mundo e operam uma complicada log\u00edstica de transporte por terra, mar e ar<\/h4>\n<div class=\"amp-header-assinatura\"><time>26.06.2018<\/time>\u00a0|\u00a0<\/p>\n<address>Lucila Soares<\/address>\n<\/div>\n<address>\u00a0<\/address>\n<address>A observa\u00e7\u00e3o do dinheiro de um pa\u00eds \u00e9 uma maneira interessante de conhecer sua hist\u00f3ria. Atrav\u00e9s dos tempos, c\u00e9dulas e moedas narram ascens\u00e3o e queda de poderosos, homenageiam her\u00f3is (e os relegam ao ostracismo), registram batalhas \u00e9picas, exibem s\u00edmbolos nacionais e recebem marcas tempor\u00e1rias, como carimbos. A esses elementos visuais, somam-se marcas que chamam menos a aten\u00e7\u00e3o, como quem assina a c\u00e9dula e o nome do fabricante daquele dinheiro. Esse \u00faltimo elemento, praticamente impercept\u00edvel, \u00e9 o foco de uma licita\u00e7\u00e3o internacional do Banco Central (BC) brasileiro e de uma discuss\u00e3o que est\u00e1 apenas come\u00e7ando. No in\u00edcio de junho, cinco empresas de quatro continentes atenderam a um edital para a fabrica\u00e7\u00e3o de 211 milh\u00f5es de moedas, de R$ 0,05 a R$ 1. As Casas da Moeda do Chile, do Canad\u00e1, da Finl\u00e2ndia, da Pol\u00f4nia e da \u00cdndia enviaram suas credenciais e disputar\u00e3o a encomenda, de olho em um dos maiores mercados consumidores de dinheiro do mundo. A demanda do BC por c\u00e9dulas em 2018 \u00e9 de 1,4 bilh\u00e3o de unidades, o que equivale a cerca de 20% de toda a produ\u00e7\u00e3o da Thomas De La Rue, a maior fabricante privada de dinheiro do mundo.<\/address>\n<address>Esse \u00e9 o segundo movimento do BC em dire\u00e7\u00e3o ao mercado internacional de c\u00e9dulas e moedas em dois anos. Em 2016, por meio de Medida Provis\u00f3ria, o governo Michel Temer autorizou o BC \u2014 a quem compete a emiss\u00e3o de papel-moeda e moeda met\u00e1lica \u2014 a importar dinheiro, tirando da Casa da Moeda a garantia de exclusividade na produ\u00e7\u00e3o de dinheiro no Brasil. A MP estabeleceu que a inviabilidade, a \u201cfundada incerteza\u201d ou o descumprimento de prazos quanto ao atendimento da demanda por dinheiro caracterizam situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia. Com base nela, o BC foi dispensado de abrir licita\u00e7\u00e3o e enviou carta-convite a 14 grandes empresas de 12 pa\u00edses. A Crane AB, empresa americana com sede na Su\u00e9cia, foi a escolhida para fornecer 100 milh\u00f5es de c\u00e9dulas de R$ 2 ao BC. A compra chamou a aten\u00e7\u00e3o basicamente dos colecionadores, que acompanham qualquer mudan\u00e7a no dinheiro brasileiro e chegaram a pagar, na ocasi\u00e3o, quase R$ 5 por c\u00e9dula. Para o p\u00fablico, a diferen\u00e7a \u00e9 praticamente impercept\u00edvel: em vez de \u201cCasa da Moeda do Brasil\u201d, l\u00ea-se nas notas \u201cCrane AB\u201d, em letras miud\u00edssimas.<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio internacional de dinheiro \u00e9 dominado por n\u00e3o mais do que 20 grandes empresas, que abastecem todas as na\u00e7\u00f5es do mundo e operam uma complicada log\u00edstica de transporte por terra, mar e ar, garantida por alt\u00edssimas ap\u00f3lices de seguro e resseguro. A log\u00edstica \u00e9 desafiadora pelo valor e pelos volumes e pesos das cargas. Em 2016, as c\u00e9dulas de R$ 2 constitu\u00edram uma carga de 5 mil caixas, cada uma com 20 mil c\u00e9dulas e peso total aproximado de 81 toneladas, transportada de Estocolmo para Bras\u00edlia de avi\u00e3o, devido \u00e0 emerg\u00eancia da entrega \u2014 a carta-convite foi feita em setembro com o fim do prazo de entrega marcado para 31 de dezembro. Agora, as moedas que s\u00e3o objeto do edital de pr\u00e9-qualifica\u00e7\u00e3o em curso vir\u00e3o de navio em 41.408 caixas, que pesam em conjunto mais de 1.200 toneladas.<\/p>\n<p>Naufr\u00e1gios, sequestros de avi\u00f5es, ataques terroristas e quadrilhas de piratas poderiam fazer parte da trama. No entanto, uma simples leitura cotidiana do notici\u00e1rio internacional joga essa parte mais apimentada do enredo para o terreno da fic\u00e7\u00e3o. J\u00e1 no quesito roubo de cargas nos portos e nas estradas no Brasil, os motivos de preocupa\u00e7\u00e3o s\u00e3o reais. Mas o Banco Central afirma que n\u00e3o h\u00e1 motivo de alarme, uma vez que j\u00e1 existe uma larga experi\u00eancia acumulada na distribui\u00e7\u00e3o de numer\u00e1rio em pa\u00eds de dimens\u00f5es continentais como o Brasil. \u201cEstamos bem tranquilos quanto \u00e0 seguran\u00e7a\u201d, disse o advogado Marcel Mascarenhas, procurador do BC. \u201cTemos a estrutura necess\u00e1ria e o apoio das Pol\u00edcias Militares dos estados.\u201d<\/p>\n<p>O advogado Rodrigo Ferreira, da Casa da Moeda, atenta para riscos que considera mais graves do que roubos e acidentes, como o inevit\u00e1vel compartilhamento de segredos industriais e itens de seguran\u00e7a com empresas estrangeiras. O BC assegura que h\u00e1 uma legisla\u00e7\u00e3o severa de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e uma garantia de sigilo com as quais todas as casas impressoras se comprometem. Ferreira, no entanto, v\u00ea com preocupa\u00e7\u00e3o principalmente a compra externa de moedas, produto mais vulner\u00e1vel \u00e0 falsifica\u00e7\u00e3o do que as c\u00e9dulas, que t\u00eam itens de seguran\u00e7a como marca d\u2019\u00e1gua, papel especial e outros. Mascarenhas, do BC, rebate com a convic\u00e7\u00e3o de que a concentra\u00e7\u00e3o do mercado \u00e9 fator de tranquilidade. \u201cExistem poucas grandes produtoras no mundo. E o grande ativo delas \u00e9 a seguran\u00e7a\u201d, disse. O BC informou tamb\u00e9m que todos os procedimentos de verifica\u00e7\u00e3o de conformidade obrigat\u00f3rios para o dinheiro produzido no Brasil s\u00e3o seguidos quando o produto vem de fora. Durante o desenvolvimento e a produ\u00e7\u00e3o das c\u00e9dulas pela Crane AB, servidores do BC estiveram na f\u00e1brica para acompanhar e dar aceite nas etapas de produ\u00e7\u00e3o e nos elementos de seguran\u00e7a. Posteriormente, foi produzido um lote-prova que foi enviado ao Brasil para testes.<\/p>\n<p>As compras externas de dinheiro n\u00e3o s\u00e3o novidade no Brasil. Fundada em 1694, a Casa da Moeda sempre produziu as moedas met\u00e1licas, mas as c\u00e9dulas foram adquiridas externamente em boa parte do tempo. Entre os anos 1950 e 1970, as c\u00e9dulas que circulavam aqui eram fornecidas pela Thomas De La Rue. S\u00f3 a partir de 1973, quando a Casa da Moeda foi transformada em empresa p\u00fablica (antes era uma autarquia), o termo \u201cdo Brasil\u201d foi acrescentado a seu nome, e, dentro da l\u00f3gica das reservas de mercado do regime militar, ela ganhou exclusividade na fabrica\u00e7\u00e3o de papel-moeda. Em 1994, quando a edi\u00e7\u00e3o do Plano Real exigiu a substitui\u00e7\u00e3o de todo o meio circulante brasileiro \u2014 em n\u00fameros de hoje, 6,2 bilh\u00f5es de c\u00e9dulas e 19,6 bilh\u00f5es de moedas \u2014, foi preciso importar apenas cerca de 10% da dinheirama. De l\u00e1 para c\u00e1, n\u00e3o tinham acontecido novas compras externas.<\/p>\n<p>As que acontecem agora t\u00eam diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional. A resolu\u00e7\u00e3o mais recente do CMN estabelece que, para o ano de 2018, o BC dever\u00e1, \u201cem car\u00e1ter excepcional\u201d, destinar \u00e0 Casa da Moeda um percentual m\u00ednimo de 80% dos recursos reservados para adquirir dinheiro. Esse percentual foi estabelecido com a condi\u00e7\u00e3o de que a estatal mantivesse os pre\u00e7os de 2017 \u2014 o que n\u00e3o s\u00f3 foi atendido, como superado, com descontos de at\u00e9 50%. Na pr\u00e1tica, a importa\u00e7\u00e3o das moedas, objeto da licita\u00e7\u00e3o em curso, \u00e9 muito inferior aos 20% autorizados. O volume a ser comprado no exterior equivale, em valor, a apenas um sexto da encomenda total de R$ 130 milh\u00f5es em moedas feita pelo BC para este ano. Todo o resto ser\u00e1 comprado da Casa da Moeda, assim como a totalidade das c\u00e9dulas \u2014 1,4 bilh\u00e3o. Mas a porta est\u00e1 aberta. E \u00e9 a\u00ed, quando a autoriza\u00e7\u00e3o de importar se torna ampla, como um instrumento do qual o Banco Central pode lan\u00e7ar m\u00e3o regularmente, que est\u00e1 o conflito principal entre as duas institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No c\u00f4mputo geral, as importa\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora s\u00e3o uma gota no oceano do meio circulante brasileiro, mas esse \u00e9 um assunto que ati\u00e7a convic\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas poderosas. O embate mais evidente \u00e9 aquele que op\u00f5e os que acreditam ser a produ\u00e7\u00e3o de dinheiro uma prerrogativa do Estado e uma garantia de soberania nacional e os que consideram que as Casas da Moeda s\u00e3o gr\u00e1ficas sofisticadas, especializadas em pap\u00e9is de seguran\u00e7a que podem ser c\u00e9dulas, selos diversos ou passaportes (todos itens do cat\u00e1logo da Casa da Moeda brasileira, ali\u00e1s), capazes ou n\u00e3o de produzir moedas met\u00e1licas, mas que, em sua ess\u00eancia, s\u00e3o f\u00e1bricas como outras quaisquer.<\/p>\n<p>O primeiro grupo enxerga na mudan\u00e7a de pol\u00edtica de aquisi\u00e7\u00e3o do BC uma estrat\u00e9gia para desacreditar a Casa da Moeda e, assim, justificar sua privatiza\u00e7\u00e3o \u2014 anunciada em uma lista de 57 estatais em agosto do ano passado e que est\u00e1 parada at\u00e9 hoje. \u201c\u00c9 preciso desqualificar para justificar a privatiza\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou o deputado federal Celso Pansera, do PT fluminense, que preside a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Casa da Moeda, criada no final do ano passado. Por essa vis\u00e3o, a perspectiva de privatizar a estatal p\u00f5e em risco a execu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica monet\u00e1ria e aumenta o risco de fraudes. O segundo grupo considera que \u00e9 um passo acertado, uma vez que a Casa da Moeda n\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel pela pol\u00edtica monet\u00e1ria e tem demonstrado a inefici\u00eancia caracter\u00edstica das estatais, com custos inflados por estruturas inchadas e pr\u00e1ticas arcaicas de gest\u00e3o. \u201cA Casa da Moeda tem de melhorar sua efici\u00eancia e ocupar seu espa\u00e7o no mercado internacional. Essa n\u00e3o \u00e9 uma atividade estrat\u00e9gica, daqui a 20 anos o papel-moeda vai ser coisa do passado, coisa de colecionador\u201d, disse Marcelo Mello, professor de economia e finan\u00e7as do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec).<\/p>\n<p>\u00c9 exatamente nos quesitos efici\u00eancia e competitividade que a Casa da Moeda tem seu calcanhar de aquiles. Seus pre\u00e7os s\u00e3o expressivamente mais altos que os valores colhidos pelo BC no mercado internacional. No caso da importa\u00e7\u00e3o de c\u00e9dulas, a diferen\u00e7a foi de cerca de 20%. O BC gastou R$ 20,205 milh\u00f5es, o que corresponde a um custo por milheiro importado de R$ 202,05, em compara\u00e7\u00e3o aos R$ 242,05 cobrados pela Casa da Moeda \u2014 uma diferen\u00e7a espantosa, levando em conta que a Crane arcou com os custos do transporte a\u00e9reo de Estocolmo para Bras\u00edlia de uma carga de pouco mais de 80 toneladas e do seguro de transporte de valores. Na importa\u00e7\u00e3o de moedas, o BC estima a diferen\u00e7a de pre\u00e7o em R$ 42 milh\u00f5es, sendo que o volume f\u00edsico de moedas importadas equivale a quase metade do que foi pedido \u00e0 estatal.<\/p>\n<p>A Casa da Moeda apresenta uma s\u00e9rie de justificativas para a disparidade. A principal \u00e9 que ela tem a obriga\u00e7\u00e3o de manter uma capacidade instalada \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Banco Central, haja ou n\u00e3o demanda, de forma a manter a autossufici\u00eancia nacional para a produ\u00e7\u00e3o de dinheiro. J\u00e1 os fornecedores estrangeiros fazem seus c\u00e1lculos com base em suas capacidades ociosas, sem levar em considera\u00e7\u00e3o o custo fixo. Al\u00e9m disso, n\u00e3o prestam servi\u00e7os ao BC, como cust\u00f3dia e per\u00edcias, que s\u00e3o incorporados aos pre\u00e7os da Casa da Moeda, nem arcam com o custo Brasil ou a alta carga tribut\u00e1ria nacional. Tamb\u00e9m pesam no custo outros fatores, como um hist\u00f3rico de interfer\u00eancia pol\u00edtica na indica\u00e7\u00e3o de dirigentes e de inefici\u00eancia da gest\u00e3o, al\u00e9m dos sucessivos preju\u00edzos do Cifr\u00e3o, fundo de pens\u00e3o dos empregados da empresa \u2014 fatos que a atual administra\u00e7\u00e3o tenta enfrentar com um corte de gastos que incluiu redu\u00e7\u00e3o de 20% em seu quadro funcional.<\/p>\n<p>Marcel Mascarenhas, o procurador do Banco Central, considera esse um problema que diz respeito \u00e0 gest\u00e3o da Casa da Moeda, sobre o qual, portanto, o BC n\u00e3o tem por que se manifestar. Ele lembra que a autoridade monet\u00e1ria tem de garantir as demandas da sociedade em \u201ctempestividade, seguran\u00e7a e pre\u00e7o\u201d, o que n\u00e3o foi viabilizado pela Casa da Moeda em 2016, configurando a situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia que levou \u00e0 dispensa de licita\u00e7\u00e3o. Foi enviada uma carta-convite a 14 empresas, e seis delas compareceram \u00e0 reuni\u00e3o de consulta de pre\u00e7os e viabilidade de entrega, realizada no Rio de Janeiro. Al\u00e9m da Crane, que acabou vencedora por ser a \u00fanica a se comprometer com o prazo de entrega estabelecido, participaram as alem\u00e3s Bundesdruckerei e Giesecke &amp; Devrient, a Casa de Moneda de Chile, a inglesa De La Rue e a francesa Oberthur Fiduciaire.<\/p>\n<p>A importa\u00e7\u00e3o realizada em 2016 foi destaque no Relat\u00f3rio da Auditoria Anual de Contas feito em 2017 pela Corregedoria-Geral da Uni\u00e3o. Esses relat\u00f3rios s\u00e3o rotina na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal. Esquadrinham a presta\u00e7\u00e3o de contas de cada \u00f3rg\u00e3o, para posterior envio ao Tribunal de Contas da Uni\u00e3o. O relat\u00f3rio, de 56 p\u00e1ginas, foi aprovado por esse Tribunal, sem nenhuma constata\u00e7\u00e3o de irregularidade ou dano ao Er\u00e1rio, como destacou o procurador Marcel Mascarenhas. No entanto, fez ressalvas \u00e0 gest\u00e3o da compra de dinheiro e recomenda a ado\u00e7\u00e3o de medidas de aprimoramento em tal processo. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de c\u00e9dulas, questionou a necessidade e a emerg\u00eancia, mostrando que o estoque de notas de R$ 2 dispon\u00edvel para o Banco Central era, na ocasi\u00e3o, superior \u00e0 quantidade que a Casa da Moeda havia admitido ter dificuldade em fornecer. O relat\u00f3rio aponta ainda a demora do BC em fechar a encomenda de 2016 como determinante para a diferen\u00e7a do pre\u00e7o da Casa da Moeda em rela\u00e7\u00e3o ao valor cobrado pela Crane. Naquele ano, o Programa Anual de Produ\u00e7\u00e3o do BC foi entregue \u00e0 Casa da Moeda em dezembro, mas o contrato s\u00f3 foi assinado em maio, devido a um atraso na defini\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento da Autoridade Monet\u00e1ria.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"7660\" data-permalink=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?attachment_id=7660\" data-orig-file=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/77213332.jpg\" data-orig-size=\"1000,665\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;\\u00a9 Editora Globo S\\\/A&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"77213332\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/77213332-300x200.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/77213332.jpg\" class=\"alignnone size-medium wp-image-7660\" src=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/77213332-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/77213332-300x200.jpg 300w, https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/77213332-768x511.jpg 768w, https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/77213332.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>AS CASAS DA MOEDA DO CHILE, DO CANAD\u00c1, DA FINL\u00c2NDIA, DA POL\u00d4NIA E DA \u00cdNDIA DISPUTAM LICITA\u00c7\u00c3O DO BC PARA FABRICAR 211 MILH\u00d5ES DE MOEDAS (FOTO: DIVULGA\u00c7\u00c3O\/CASA DA MOEDA)<\/p>\n<p>Esse desencontro foi apenas um entre muitos. A capacidade de atendimento da Casa da Moeda tamb\u00e9m tem vers\u00f5es conflitantes. O Banco Central sustenta que a empresa vinha atrasando sistematicamente suas entregas, provocando transtornos no abastecimento do meio circulante, como falta de troco. \u201cA situa\u00e7\u00e3o estava insustent\u00e1vel\u201d, disse Marcel Mascarenhas. A estatal admitiu que houve alguns atrasos, mas n\u00e3o a ponto de comprometer o abastecimento, e que sempre atendeu integralmente \u00e0s encomendas do Banco Central. Especificamente em 2016, houve uma conjun\u00e7\u00e3o de problemas. Em julho, dois meses depois da assinatura do contrato, a Casa da Moeda comunicou em of\u00edcio ao Banco Central que o programa de produ\u00e7\u00e3o de c\u00e9dulas estava comprometido por problemas t\u00e9cnicos em um de seus principais equipamentos. O fornecedor \u2014 a alem\u00e3 KBA \u2014 estabeleceu prazo de 12 semanas para solucionar o caso. O of\u00edcio informou que a produ\u00e7\u00e3o de c\u00e9dulas sofreria uma redu\u00e7\u00e3o de 280 milh\u00f5es de unidades nas denomina\u00e7\u00f5es de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 100. A Casa da Moeda comunicou em setembro ao BC que a situa\u00e7\u00e3o estava resolvida, mas a decis\u00e3o de editar a MP 745, que autorizaria a importa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 estava tomada, usando como justificativa o of\u00edcio de julho.<\/p>\n<p>Em 2017 n\u00e3o se caracterizou emerg\u00eancia, e como o Banco Central n\u00e3o teria tempo de abrir processo de licita\u00e7\u00e3o, no caso obrigat\u00f3rio, ele adquiriu 100% de seu Programa Anual de Produ\u00e7\u00e3o na Casa da Moeda. Para 2018, o Conselho Monet\u00e1rio Nacional, do qual fazem parte, al\u00e9m do BC, o Minist\u00e9rio da Fazenda e o Minist\u00e9rio do Planejamento, decidiu que era preciso aproveitar a vantagem de pre\u00e7o verificada em 2016. \u201cSe, mesmo em situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia, com prazo muito curto, a Crane conseguiu oferecer um pre\u00e7o vantajoso, n\u00e3o havia como deixar de lan\u00e7ar m\u00e3o desse recurso. Faz parte de nossas obriga\u00e7\u00f5es\u201d, disse Mascarenhas.<\/p>\n<p>Muitos especialistas acreditam que o mercado internacional de dinheiro f\u00edsico tende a minguar nos pr\u00f3ximos anos. \u00c9 fato que os meios eletr\u00f4nicos de pagamento crescem aceleradamente. Mas, no futuro pr\u00f3ximo, o papel-moeda continuar\u00e1 a reinar absoluto entre os meios de pagamento mais utilizados no mundo. Os dados s\u00e3o da Thomas De La Rue: hoje, 85% das transa\u00e7\u00f5es de consumo s\u00e3o feitas em dinheiro. E mais: a demanda m\u00e9dia por dinheiro em circula\u00e7\u00e3o aumentou em 9% no mundo inteiro, de acordo com dados do relat\u00f3rio de 2017 da Pacific Rim Banknote Conference.<\/p>\n<p>Esse e outros dados formam a base de um trabalho coordenado por Rodrigo Ferreira no N\u00facleo de Estudos Estrat\u00e9gicos da Casa da Moeda. O Brasil \u00e9 um mercado extremamente cobi\u00e7ado no mundo \u2014 como ficou demonstrado na excelente resposta \u00e0s duas investidas feitas at\u00e9 agora pelo BC. Isso representa uma vantagem de pre\u00e7o quando o pa\u00eds entra no mercado. O outro lado da moeda, segundo o estudo, \u00e9 que essa mesma demanda pode se tornar um risco se a pol\u00edtica do Banco Central caminhar para um grande aumento nas compras externas, deixando a produ\u00e7\u00e3o local em segundo plano. O relat\u00f3rio anual 2017 da De La Rue indica que, dos cerca de 172 bilh\u00f5es de c\u00e9dulas emitidas em 2016, praticamente 90% foram fabricadas por empresas estatais. Apenas 11% das c\u00e9dulas no per\u00edodo foram produzidas por casas impressoras comerciais. Segundo esse relat\u00f3rio, pa\u00edses com elevada demanda mant\u00eam suas pr\u00f3prias casas impressoras. Foi investigada a pol\u00edtica dos pa\u00edses donos dos 15 maiores PIBs em 2016 \u2014 lista liderada por EUA, China e Jap\u00e3o \u2014 e verificou-se que apenas o Canad\u00e1 fabrica c\u00e9dulas por meio de uma empresa privada. Alemanha e Reino Unido t\u00eam fornecimento misto de c\u00e9dula. Todos os pa\u00edses listados t\u00eam produ\u00e7\u00e3o estatal de moedas.<\/p>\n<\/address>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>https:\/\/epoca.globo.com\/amp\/economia\/noticia\/2018\/06\/por-que-o-brasil-passou-imprimir-dinheiro-no-exterior.html?__twitter_impression=true<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Att<\/p>\n<p>Diretoria de Comunica\u00e7\u00e3o do SNM<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O com\u00e9rcio internacional de dinheiro \u00e9 dominado por n\u00e3o mais do que 20 grandes empresas, que abastecem todas as na\u00e7\u00f5es do mundo e operam uma complicada log\u00edstica de transporte por terra, mar e ar 26.06.2018\u00a0|\u00a0 Lucila Soares \u00a0 A observa\u00e7\u00e3o do dinheiro de um pa\u00eds \u00e9 uma maneira interessante de conhecer sua hist\u00f3ria. Atrav\u00e9s dos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7659,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-7657","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-na-midia","et-has-post-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"jetpack_publicize_connections":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.8.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior - Sindicato Nacional dos Moedeiros<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior - Sindicato Nacional dos Moedeiros\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O com\u00e9rcio internacional de dinheiro \u00e9 dominado por n\u00e3o mais do que 20 grandes empresas, que abastecem todas as na\u00e7\u00f5es do mundo e operam uma complicada log\u00edstica de transporte por terra, mar e ar 26.06.2018\u00a0|\u00a0 Lucila Soares \u00a0 A observa\u00e7\u00e3o do dinheiro de um pa\u00eds \u00e9 uma maneira interessante de conhecer sua hist\u00f3ria. Atrav\u00e9s dos [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Sindicato Nacional dos Moedeiros\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/Sindicato-Nacional-dos-Moedeiros-455632134612861\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2018-06-26T20:49:46+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1024\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1357\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Edson Francisco da Silva\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Edson Francisco da Silva\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"15 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657\",\"url\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657\",\"name\":\"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior - Sindicato Nacional dos Moedeiros\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg\",\"datePublished\":\"2018-06-26T20:49:46+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#\/schema\/person\/232e618d20da6b11c531390883264cf7\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg\",\"width\":\"1024\",\"height\":\"1357\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#website\",\"url\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/\",\"name\":\"Sindicato Nacional dos Moedeiros\",\"description\":\"Juntos somos fortes\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#\/schema\/person\/232e618d20da6b11c531390883264cf7\",\"name\":\"Edson Francisco da Silva\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/cd559e5b4e6f4fd98fecccb708a73429?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/cd559e5b4e6f4fd98fecccb708a73429?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Edson Francisco da Silva\"},\"url\":\"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?author=2\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior - Sindicato Nacional dos Moedeiros","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior - Sindicato Nacional dos Moedeiros","og_description":"O com\u00e9rcio internacional de dinheiro \u00e9 dominado por n\u00e3o mais do que 20 grandes empresas, que abastecem todas as na\u00e7\u00f5es do mundo e operam uma complicada log\u00edstica de transporte por terra, mar e ar 26.06.2018\u00a0|\u00a0 Lucila Soares \u00a0 A observa\u00e7\u00e3o do dinheiro de um pa\u00eds \u00e9 uma maneira interessante de conhecer sua hist\u00f3ria. Atrav\u00e9s dos [&hellip;]","og_url":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657","og_site_name":"Sindicato Nacional dos Moedeiros","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/Sindicato-Nacional-dos-Moedeiros-455632134612861\/","article_published_time":"2018-06-26T20:49:46+00:00","og_image":[{"width":1024,"height":1357,"url":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Edson Francisco da Silva","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Edson Francisco da Silva","Est. tempo de leitura":"15 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657","url":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657","name":"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior - Sindicato Nacional dos Moedeiros","isPartOf":{"@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg","datePublished":"2018-06-26T20:49:46+00:00","author":{"@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#\/schema\/person\/232e618d20da6b11c531390883264cf7"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#primaryimage","url":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg","contentUrl":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg","width":"1024","height":"1357"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?p=7657#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Por que o Brasil passou a imprimir dinheiro no Exterior"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#website","url":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/","name":"Sindicato Nacional dos Moedeiros","description":"Juntos somos fortes","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#\/schema\/person\/232e618d20da6b11c531390883264cf7","name":"Edson Francisco da Silva","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/cd559e5b4e6f4fd98fecccb708a73429?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/cd559e5b4e6f4fd98fecccb708a73429?s=96&d=mm&r=g","caption":"Edson Francisco da Silva"},"url":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/?author=2"}]}},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/20180626_174337.jpg","jetpack_likes_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p9fJKg-1Zv","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7657","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7657"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7657\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7662,"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7657\/revisions\/7662"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/7659"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7657"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7657"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente234.inverta.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7657"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}